Edição Atual – v.4, n. 8 2011
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Doenças parasitárias

"Um canino, adulto, S.R.D., fêmea, foi levado à clínica veterinária por seu proprietário com queixa de emagrecimento, apatia, diarréia pastosa e com sangue. O clínino, então, solocitou exame coproparasitológico e as fezes do animal foram coletadas, conservadas em MIF e enviadas ao laboratório. Foram realizadas as técnicas de Willis-Mollay e Dennis-Stone. Na microscopia foram observadas as estruturas apontadas nas fotos. Podemos afirmar que o animal apresentava:
a) Toxocara sp. e Ancylostoma sp.
b) Ancylostoma sp. e Isospora sp.
e) Trichuris sp. e Giardia sp."
Autores:
Bárbara
Souza Neil Magalhães – Bióloga, acadêmica do curso de
Medicina Veterinária da UFF.
Dalton Garcia de Mattos Junior – Professor de Doenças
Parasitárias da Faculdade de Veterinária da Universidade
Federal Fluminense (UFF),
Niterói – RJ – Brasil.
Luciano Antunes Barros – Professor de Doenças
Parasitárias da Faculdade de Veterinária da UFF, Niterói
– RJ – Brasil.
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Doenças parasitárias 2

Uma cadela de rua adulta foi encaminhada ao veterinário apresentando como sinais clínicos principais: caquexia, alopecia, feridas nas pontas das orelhas sem sinais de cicatrização e onicogrifose. À palpação observou-se hepato-esplenomegalia e linfadenopatia, sendo que os exames laboratoriais indicaram anemia, leucocitose e alterações nas amino-transferases. Qual seria a suspeita clínica ?
Autores:
Dalton Garcia de Mattos Junior – Professor de Doenças Parasitárias da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói – RJ – Brasil.
Luciano Antunes Barros – Professor de Doenças Parasitárias da Faculdade de Veterinária da UFF, Niterói – RJ – Brasil.
Bárbara
Souza Neil Magalhães – Bióloga, acadêmica do curso de
Medicina Veterinária da UFF.
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Doenças parasitárias
3

Um cão macho, adulto SRD, proveniente de área rural, onde convivia com animais de selvagens e de produção, apresentou lesões nodulares nas patas, principalmente coxins plantares, com consistência rígida, coloração esbranquiçada, sempre com um ponto escuro ao centro. Claudicação e dor à palpação são sintomas observados.
Qual o provável agente etiológico?
Autores:
Luciano Antunes Barros – Professor de Doenças Parasitárias da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói – RJ – Brasil.
Dalton Garcia de Mattos Junior – Professor de Doenças Parasitárias da Faculdade de Veterinária da UFF, Niterói – RJ – Brasil.
Bárbara Souza Neil Magalhães – Bióloga, acadêmica do curso de Medicina veterinária da UFF.
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Morfologia
Veterinária

As fotos acima demonstram um espécime de mamífero marinho (boto) da costa brasileira que está extremamente ameaçado de extinção. O boto também é um tipo de golfinho e, de acordo com suas características morfológicas, esta espécie é um exemplar de:
Autor: Leonardo Serafim da Silveira, MSc., DSc, Professor-associado de Histologia Veterinária. Laboratório de Sanidade Animal / Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias / Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF).
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Histologia Veterinária

1. A fotomicrografia acima representa uma fibrose perivascular (seta). Obj. 20x. Por se tratar de uma fibrose, o tecido proliferado é um:
b) tecido muscular estriado esquelético
d) tecido conjuntivo propriamente dito
2. A fotomicrografia acima representa uma fibrose perivascular (seta), evidenciada pela coloração especial de:
Autor: Leonardo Serafim da Silveira, MSc., DSc, Professor-associado de Histologia Veterinária. Laboratório de Sanidade Animal / Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias / Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF).
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Doenças
parasitárias - parasitologia

Em uma fazenda leiteira, localizada na região da Baixada Fluminense, ocorreram diversas mortes de bezerros antecedidas de sinais clínicos como diarréia enegrecida, emagrecimento progressivo, prostração e profunda anemia. Apesar de se tentar diversos tratamentos, os animais não apresentaram nenhuma melhoria no quadro clínico, uma vez que o proprietário não obedeceu a carga ideal de animais por hectare, nem a rotação de pastagens. Isso nos leva a suspeitar que o sinal clínico acima esteja relacionado à:
a) Cara inchada – Deficiência de vitaminas
b) Edema de barbela – Deficiência de fósforo
c) Edema de barbela – Hemoncose
d) Hipertrofia de tireóide – Bócio endêmico
e) Cara inchada – Picada de vespa
Autor: Dalton Garcia de Mattos Junior – Professor de Doenças Parasitárias da Faculdade de Veterinária Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói – RJ – Brasil.
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Clínica médica de pequenos animais
Durante um procedimento de vacinação rotineira, um cão da raça labrador, de 11 anos de idade, apresentou cianose após contenção vigorosa com uma coleira, e uma história clínica de tosse, com agravamento progressivo após este episódio. Segundo informações do proprietário, foram notados outros episódios de cianose, com a piora do quadro na última semana.
No exame clínico, a tosse era sonora e não se observou alterações na ausculta cardíaca e pulmonar. Os resultados dos exames complementares, como radiografias torácicas, eletrocardiograma, hemograma e exames bioquímicos – ALT, fosfatase alcalina, uréia e creatinina – foram considerados normais.
Após indução anestésica e intubação orotraqueal, o animal apresentou melhora no seu quadro respiratório que, no entanto, voltava a piorar após a extubação. Foi produzido um filme da orofaringe para auxiliar no diagnóstico. Após a análise do quadro relatado e a observação do filme, pergunta-se: Qual o seu diagnóstico?
Autor: André Lacerda de Abreu Oliveira, MSc., DSc, Professor-associado. Laboratório de Sanidade Animal /
Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias / Universidade Estadual do
Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF).
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Doenças Parasitárias e
Parasitologia

fonte: Arquivo pessoal
A figura mostra um
esfregaço sanguíneo corado pelo Panóptico rápido, coletado
da circulação periférica de uma jibóia (Boa constrictor),
recém capturada. O ofídio apresentava-se em más condições
orgânicas, vindo a óbito após alguns dias. A seta indica a
presença de uma estrutura localizada no interior do
eritrócito que nos leva a afirmar tratar-se de:
a)
Inclusão viral
citoplasmática
b)
Artefato de coloração
c)
Gamonte de
Hepatozoon
d)
Gamonte de
Leucocytozoon
e)
Célula em mitose
Autores:
Prof. Dalton Garcia de
Mattos Junior – Professor de Doenças Parasitárias da
Faculdade de Veterinária Universidade Federal Fluminense,
Niterói – RJ - Brasil.
Prof. Jorge Aguiar Amaral
– Professor de Parasitologia Geral do Curso de Medicina
Veterinária do UNIFESO – Teresópolis – RJ - Brasil.
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Histologia
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Este é um
fígado de bovino megálico, branco-amarelado, com
consistência e densidade diminuídas (boiava na água).
Marque, na
seqüência, as alternativas correspondentes à lesão:
a) Degeneração glicogênica; vacuolização citoplasmática de
hepatócitos;
coloração (glicogênio) pelo escarlate R.
b) Degeneração hidrópica; hepatócitos vacuolizados contendo
H2O; coloração p/
carmim de Best.
c)
Degeneração gordurosa (esteatose); vacúolos com imagem
negativa da
gordura; coloração p/ Sudan III.
Autor: Prof. Dr. Eulogio Carlos Queiroz de Carvalho. Professor-titular de Anatomia Patológica Veterinária e de Patologia Geral Veterinária da Universidade Estadual do Norte Fluminense. Laboratório de Sanidade Animal.
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Patologia Clínica

A imagem acima representa esfregaço sangüíneo observado à microscopia óptica (objetiva de imersão / coloração – Panótico rápido). O material coletado foi sangue periférico canino, paciente com 5 anos de idade, SRD, apresentando apatia, anorexia, vômito, diarréia e epistaxe. De acordo com o observado pode-se afirmar que a seta amarela mostra:
a) Linfócito com presença de inclusão viral.
b) Polimorfonuclear com presença de forma reprodutiva de hemoparasito.
d) Monócito ativado com presença de forma reprodutiva de hemoparasito.
e) Monótico atípico realizando eritrofagocitose.
Autor: Prof. Dr. Antônio Albernaz, professor de Patologia Clínica da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro. Laboratório de Sanidade Animal.
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Anestesia

A figura acima mostra alguns bloqueios loco-regionais ou perineurais que podem ser usados tantos em animais de pequeno porte quanto em animais de grande porte. A afirmativa correta é:
A) Infraorbitário
B) Parotídeo
C) Zigomático
D) Mandibular alveolar
E) Mandibular
a) Somente a alternativa A está correta
b) Somente as alternativas A, B e E estão corretas
c) Todas as alternativas estão corretas
d) Somente as alternativas A, C, D e E estão corretas
e) Somente as alternativas A, D e E estão corretas
Autora: Prof. Dr. Fernanda Antunes. Professora de Anestesiologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro. Laboratório de Sanidade Animal.
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Utilidades:
Leitor de PDF -
Modelo declaração COBEA
-
Cessão de Direitos



