Edição Atual – v.5, n. 10  2012

Campos dos Goytacazes, RJ- Brasil    

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Patologia 1(12)

Uma tartaruga marinha foi encontrada morta na ilha de Fernando de Noronha – PE, Brasil. Foi realizada a necropsia, os tecidos foram fixados em formol e enviados via Sedex à Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF). O material foi processado e, ao ser analisado ao microscópio, foi observado que na camada muscular do intestino havia numerosos ovos de parasito sendo fagocitados.

A)   Como é denominado este tipo de lesão?

a) Gastrite parasitária crônica.

b) Enterite parasitária aguda.

c) Enterite granulomatosa.

d) Enterite eosinofílica.

e) Enterólito parasitário.

 

B)  Quanto à lesão supracitada o tipo celular predominante é caracterizado por...

a) Células gigantes multinucleadas.

b) Infiltrado de polimorfonucleares.

c) Infiltrado mastocitário e eosinofílico.

d) Infiltrado linfocítico.

e) Células gigantes mononucleares.

 Autores:

Prof. Dr. Eulógio Carlos Queiroz de Carvalho. Professor-associado de Anatomia Patológica Veterinária e de Patologia Geral Veterinária da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF); Laboratório de Morfologia e Patologia Animal.

Maria Aparecida da Silva. Doutoranda em Ciência Animal da UENF. Laboratório de Morfologia e Patologia Animal.

Rachel Bittencourt Ribeiro. Mestranda em Ciência Animal da UENF. Laboratório de Morfologia e Patologia Animal.

Raphael Mansur Medina. Mestrando em Ciência Animal da UENF. Laboratório de Morfologia e Patologia Animal.

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Patologia 2 (13)

Um felino de cinco meses foi encaminhado ao setor de Patologia Animal da UENF para realização de exame necroscópico. O histórico clínico era de ascite, dispnéia, febre, apatia e icterícia há aproximadamente duas semanas. Durante a necropsia foram observados excesso de líquido viscoso e amarelado na cavidade abdominal (acentuada ascite) e espessamento de toda a serosa que reveste a cavidade abdominal, conferindo-lhe aspecto aveludado (serosite fibrinosa). Os achados necroscópicos associados à clínica do animal nos permitem fazer o diagnóstico sugestivo de:

a) Linfoma.

b) Hepatite necrosante por coronavírus.

c) Vírus da imunodeficiência felina (FIV).

d) Peritonite infecciosa felina (PIF).

e) Insuficiência cardíaca congestiva (ICC).

 

Autores:

Prof. Dr. Eulógio Carlos Queiroz de Carvalho. Professor-associado de Anatomia Patológica Veterinária e de Patologia Geral Veterinária da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF); Laboratório de Morfologia e Patologia Animal.

Maria Aparecida da Silva. Doutoranda em Ciência Animal da UENF. Laboratório de Morfologia e Patologia Animal.

Rachel Bittencourt Ribeiro. Mestranda em Ciência Animal da UENF. Laboratório de Morfologia e Patologia Animal.

Raphael Mansur Medina. Mestrando em Ciência Animal da UENF. Laboratório de Morfologia e Patologia Animal.


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Patologia 3
(14)

A crescente demanda da especialização em Medicina Veterinária exige maior abrangência de conhecimentos, não só das disciplinas acadêmicas relativas à especialização, mas inclui cada vez mais o envolvimento de tecnologias auxiliares, a exemplo da fotografia digital, que pode facilitar o desempenho do profissional. Neste contexto a simples avaliação de uma imagem aliada ao conhecimento permite um parecer especializado. Desta forma a avaliação da fotografia abaixo permite inferir que a protuberância no bico do pombo decorre de:

Espécime da raça English carrier, do columbófilo Mario Cesar Rangel da Silva.

a)    Epitelioma Contagioso

b)    Bouba Viária

c)    Papiloma

d)    Mais de uma resposta certa

e)    Característica racial      

Autores:

Dra. Luciana Silva Lemos

Dr. Luciano Grillo de Almeida.

Medicina Veterinária - Técnicos de nível superior - Laboratório de Morfologia e Patologia Animal  - Hospital Veterinário Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF)

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Doenças parasitárias (9)

 

"Um canino, adulto, S.R.D., fêmea, foi levado à clínica veterinária por seu proprietário com queixa de emagrecimento, apatia, diarréia pastosa e com sangue. O clínino, então, solocitou exame coproparasitológico e as fezes do animal foram coletadas, conservadas em MIF e enviadas ao laboratório. Foram realizadas as técnicas de Willis-Mollay e Dennis-Stone. Na microscopia foram observadas as estruturas apontadas nas fotos. Podemos afirmar que o animal apresentava: 

a) Toxocara sp. e Ancylostoma sp.

b) Ancylostoma sp. e Isospora sp.

c) Toxocara sp e Isospora sp.

d) Toxocara sp. e Giardia sp.

e) Trichuris sp. e Giardia sp."



Autores:

Bárbara Souza Neil Magalhães – Bióloga, acadêmica do curso de Medicina Veterinária da UFF.


Dalton Garcia de Mattos Junior – Professor de Doenças Parasitárias da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal Fluminense (UFF),
Niterói – RJ – Brasil.


Luciano Antunes Barros – Professor de Doenças Parasitárias da Faculdade de Veterinária da UFF, Niterói – RJ – Brasil.



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Doenças parasitárias 2(10)

Uma cadela de rua adulta foi encaminhada ao veterinário apresentando como sinais clínicos principais: caquexia, alopecia, feridas nas pontas das orelhas sem sinais de cicatrização e onicogrifose. À palpação observou-se hepato-esplenomegalia e linfadenopatia, sendo que os exames laboratoriais indicaram anemia, leucocitose e alterações nas amino-transferases. Qual seria a suspeita clínica ?

 

a)    Sarna sarcóptica

b)    Sarna demodécida

c)    Eczema úmido

d)    Leihsmaniose

e)    Linfossarcoma 

Autores:

Dalton Garcia de Mattos Junior – Professor de Doenças Parasitárias da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói – RJ – Brasil. 

Luciano Antunes Barros – Professor de Doenças Parasitárias da Faculdade de Veterinária da UFF, Niterói – RJ – Brasil. 

Bárbara Souza Neil Magalhães – Bióloga, acadêmica do curso de Medicina Veterinária da UFF.


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Doenças parasitárias
3(11)



 

Um cão macho, adulto SRD, proveniente de área rural, onde convivia com animais de selvagens e de produção, apresentou lesões nodulares nas patas, principalmente coxins plantares, com consistência rígida, coloração esbranquiçada, sempre com um ponto escuro ao centro. Claudicação e dor à palpação são sintomas observados. 

Qual o provável agente etiológico?

 

a)    Otodectes cynotis

b)    Stomoxys calcitrans

c)    Ctenocephalides canis

d)    Rhipicephalus sanguineus

e)    Tunga penetrans

 Autores:  

Luciano Antunes Barros – Professor de Doenças Parasitárias da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói – RJ – Brasil.

 Dalton Garcia de Mattos Junior – Professor de Doenças Parasitárias da Faculdade de Veterinária da UFF, Niterói – RJ – Brasil. 

Bárbara Souza Neil Magalhães – Bióloga, acadêmica do curso de Medicina veterinária da UFF.

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Morfologia Veterinária (6)


As fotos acima demonstram um espécime de mamífero marinho (boto) da costa brasileira que está extremamente ameaçado de extinção. O boto também é um tipo de golfinho e, de acordo com suas características morfológicas, esta espécie é um exemplar de:

a) Pontoporia blainvillei  

b) Sotalia fluviatilis     

c) Sotalia guianensis   

d) Inia Geofrensis 

e) Delphinus Delphis
 

 Autor:

Leonardo Serafim da Silveira, MSc., DSc, Professor-associado de Histologia Veterinária. Laboratório de Sanidade Animal / Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias / Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF).

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Histologia Veterinária (7)


1. A fotomicrografia acima representa uma fibrose perivascular (seta). Obj. 20x. Por se tratar de uma fibrose, o tecido proliferado é um:

a) tecido muscular liso  

b) tecido muscular estriado esquelético  

c) tecido cartilaginoso

d) tecido conjuntivo propriamente dito  

e) tecido ósseo  

f) nenhuma das alternativas  

 2. A fotomicrografia acima representa uma fibrose perivascular (seta), evidenciada pela coloração especial de:

a)   Hematoxilina e Eosina 

b)   Tricrômico de Gomori.

c)   Azul de Toluidina

d)   Azul da Prússia

e)   Sudan

f)     PAS

 Autor:

Leonardo Serafim da Silveira, MSc., DSc, Professor-associado de Histologia Veterinária. Laboratório de Sanidade Animal / Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias / Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF).
 

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Doenças parasitárias - parasitologia (8)


Em uma fazenda leiteira, localizada na região da Baixada Fluminense, ocorreram diversas mortes de bezerros antecedidas de sinais clínicos como diarréia enegrecida, emagrecimento progressivo, prostração e profunda anemia. Apesar de se tentar diversos tratamentos, os animais não apresentaram nenhuma melhoria no quadro clínico, uma vez que o proprietário não obedeceu a carga ideal de animais por hectare, nem a rotação de pastagens. Isso nos leva a suspeitar que o sinal clínico acima esteja relacionado à:

 

a) Cara inchada – Deficiência de vitaminas

b) Edema de barbela – Deficiência de fósforo

c) Edema de barbela – Hemoncose

d) Hipertrofia de tireóide – Bócio endêmico

e) Cara inchada – Picada de vespa

Autor:

Dalton Garcia de Mattos Junior – Professor de Doenças Parasitárias da Faculdade de Veterinária Universidade Federal Fluminense (UFF), Niterói – RJ – Brasil.

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Clínica médica de pequenos animais 

Durante um procedimento de vacinação rotineira, um cão da raça labrador, de 11 anos de idade, apresentou cianose após contenção vigorosa com uma coleira, e uma história clínica de tosse, com agravamento progressivo após este episódio. Segundo informações do proprietário, foram notados outros episódios de cianose, com a piora do quadro na última semana.

No exame clínico, a tosse era sonora e não se observou alterações na ausculta cardíaca e pulmonar. Os resultados dos exames complementares, como radiografias torácicas, eletrocardiograma, hemograma e exames bioquímicos – ALT, fosfatase alcalina, uréia e creatinina – foram considerados normais.

Após indução anestésica e intubação orotraqueal, o animal apresentou melhora no seu quadro respiratório que, no entanto, voltava a piorar após a extubação. Foi produzido um filme da orofaringe para auxiliar no diagnóstico. Após a análise do quadro relatado e a observação do filme, pergunta-se: Qual o seu diagnóstico?

 * Ver Vídeo

a)     Colapso de traquéia;

b)     Palato alongado;

c)      Disfagia cricofaringeana;

d)     Disfagia faringeana;

e)     Paralisia de laringe
 


Autor:

André Lacerda de Abreu Oliveira, MSc., DSc, Professor-associado. Laboratório de Sanidade Animal / Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias / Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF).


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*Não conseguiu ver? escolha um dos programas grátis abaixo:

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Doenças Parasitárias e Parasitologia (4)





fonte: Arquivo pessoal

A figura mostra um esfregaço sanguíneo corado pelo Panóptico rápido, coletado da circulação periférica de uma jibóia (Boa constrictor), recém capturada. O ofídio apresentava-se em más condições orgânicas, vindo a óbito após alguns dias. A seta indica a presença de uma estrutura localizada no interior do eritrócito que nos leva a afirmar tratar-se de:

a)     Inclusão viral citoplasmática
b)
    
Artefato de coloração
c)
     
Gamonte de Hepatozoon
d)
    
Gamonte de Leucocytozoon
e)
    
Célula em mitose

Autores:

Prof. Dalton Garcia de Mattos Junior – Professor de Doenças Parasitárias da Faculdade de Veterinária Universidade Federal Fluminense, Niterói – RJ - Brasil.
Prof. Jorge Aguiar Amaral – Professor de Parasitologia Geral do Curso de Medicina Veterinária do UNIFESO – Teresópolis – RJ - Brasil.

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Histologia
(1)

 

Este é um fígado de bovino megálico, branco-amarelado, com
consistência e densidade diminuídas (boiava na água). Marque, na
seqüência, as alternativas correspondentes à lesão:


a) Degeneração glicogênica; vacuolização citoplasmática de hepatócitos;
   coloração (glicogênio) pelo escarlate R
.


b) Degeneração hidrópica; hepatócitos vacuolizados contendo H2O; coloração p/ carmim de Best.

c) Degeneração gordurosa (esteatose); vacúolos com imagem negativa da
     gordura; coloração p/ Sudan III.

Autor:

Prof. Dr. Eulogio Carlos Queiroz de Carvalho. Professor-titular  de Anatomia Patológica Veterinária e de Patologia Geral Veterinária da Universidade Estadual do Norte Fluminense. Laboratório de Sanidade Animal.


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Patologia Clínica
(2)




 

A imagem acima representa esfregaço sangüíneo observado à microscopia óptica (objetiva de imersão / coloração – Panótico rápido). O material coletado foi sangue periférico canino, paciente com 5 anos de idade, SRD, apresentando apatia, anorexia, vômito, diarréia e epistaxe. De acordo com o observado pode-se afirmar que a seta amarela mostra:

a) Linfócito com presença de inclusão viral.

b) Polimorfonuclear com presença de forma reprodutiva de hemoparasito.

c) Metarrubrícito.

d) Monócito ativado com presença de forma reprodutiva de hemoparasito.

e) Monótico atípico realizando eritrofagocitose.

 

Autor:

Prof. Dr. Antônio Albernaz, professor de Patologia Clínica da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro. Laboratório de Sanidade Animal.


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Anestesia (3)



 

A figura acima mostra alguns bloqueios loco-regionais ou perineurais que podem ser usados tantos em animais de pequeno porte quanto em animais de grande porte. A afirmativa correta é:

 

A)    Infraorbitário

B)    Parotídeo

C)    Zigomático

D)    Mandibular alveolar

E)    Mandibular

 

a)     Somente a alternativa A está correta

b)     Somente as alternativas A, B e E estão corretas

c)      Todas as alternativas estão corretas

d)     Somente as alternativas A, C, D e E estão corretas

e)     Somente as alternativas A, D e E estão corretas
 

Autora:


Prof. Dr. Fernanda Antunes. Professora de Anestesiologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro. Laboratório de Sanidade Animal.

 

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Utilidades: Leitor de PDF - Modelo declaração COBEA - Cessão de Direitos